Projeto incentiva a leitura e quer transformar a vida das pessoas

Bárbara Soledade criou o Livre.Ria para espalhar seu amor por livros

Bárbara Soledade

Bárbara Soledade é paulista, mas mora no Rio de Janeiro há sete anos. Apaixonada por livros desde pequena, ela sempre teve o desejo de incentivar a prática da leitura para pessoas que não têm acesso aos livros. “Quero levar o conhecimento e a descoberta de um novo mundo a todos“, diz. Casada com Luiz há quatro anos e mãe do Vicente, de um ano, Bárbara se orgulha ao dizer que o filho herdou o seu gosto pela leitura. “Ele adora, toda noite escolhe um livro diferente para eu ler para ele. É incrível!“, conta.

Tudo começou em 2010, quando Bárbara abriu, junto com o marido, uma empresa de marketing e, já no primeiro ano, desenvolveram o projeto Livre.Ria, baseado em algumas iniciativas que conheceram ao redor do mundo. “Ficamos muito motivados em como essa iniciativa transformaria a vida das pessoas, levando cultura e conhecimento gratuito a todos“, diz Bárbara. “Achamos que a ideia tinha tudo a ver com o Brasil e, principalmente, com o Rio de Janeiro, onde poderíamos incentivar o hábito nos espaços públicos, aproveitando o jeito carioca de viver a cidade“, completa. Porém, faltava o investimento necessário para o casal seguir adiante com a ideia, e, logo depois, Bárbara engravidou. Um ano se passou e então, finalmente o Livre.Ria saiu do papel.

Bárbara Soledade

A primeira edição do projeto foi toda desenvolvida com recursos próprios, e foi o maior sucesso. “Superou todas as nossas expectativas, mais de 600 pessoas passaram pela Lagoa e mais de 400 livros foram doados. Além de recebermos muitos elogios de pessoas que agradeciam pela iniciativa“, conta Bárbara. Para ela, o principal objetivo do Livre.Ria é ser uma Biblioteca Colaborativa Itinerante, onde o processo colaborativo é estimulado através da regra: traga dois livros e leve um para casa. “Dessa forma, mantemos o projeto sempre vivo“, comenta. Além de incentivar a prática da leitura, a ideia é também desenvolver uma programação para que as pessoas se sintam mais a vontade em ocupar o espaço público. “Temos piquenique, contação de histórias e banda ao vivo tocando jazz. Assim as pessoas podem identificar que ali é um lugar ideal para ler um bom livro e trocar boas ideias“, diz.

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