Nesse Dia dos Pais, conheça histórias de companheiros para a vida toda

Tão importante na nossa infância, são uma referência na vida adulta

O exemplo, o herói, a primeira referência masculina. Seja de sangue, emprestado, escolhido ou de coração. A figura do pai é fundamental e mágica na vida de qualquer um, e os homens têm provocado algumas mudanças significativas neste papel. Se antes tinham como exclusividade a função de provedores dos lares, hoje eles são tão responsáveis pela criação e cuidados dos filhos quanto as mães.

Esse novo panorama é realidade na casa da empresária Fabiana Estrela. Ela e o marido, depois de muitas tentativas para engravidar, adotaram um casal de irmãos. As crianças estão com eles há quase quatro anos e Marco Pozza, o paizão, é um grande companheiro dos filhos desde o princípio – tanto nas brincadeiras, quanto na hora de ensinar e impor limites.

Mas companheirismo não é uma qualidade apenas dos pais mais jovens. E a história da Maria Izenir é um exemplo disso. Quando ela tinha três anos, seu pai começou a trabalhar entregando leite para os municípios vizinhos, acordando antes do sol nascer todos os dias. Filha única superapegada, Maria não deixava ele sair. A solução que ele encontrou? Levá-la sempre junto. Assim, ganhou uma companheira fiel para todas as madrugadas e ela encontrou um jeito divertido de estar sempre com o pai.

São vários papéis e estilos, mas todos são singulares na forma de oferecer colo – mesmo quando os filhos já não são mais crianças. Especiais na amizade, na firmeza e na segurança que passam naqueles momentos em que os filhos precisam de aconchego. Pai mesmo é um alicerce que é importante sempre, em cada fase da vida de uma forma diferente, mas sempre de um jeito muito especial. Conheça algumas histórias que ilustram o amor dessa relação neste dia dos pais.

dia dos pais histórias de pais e filhos

1. “Ele ajuda as crianças com os estudos, na hora do banho e adora acordá-los pela manhã com muitos beijinhos. O Marco é um superpai e faz tudo com muita paciência e carinho. Como amigo dos filhos, ele é o melhor. Brinca com a Andressa, 7 anos, até de casinhas de boneca! Com o Bruno, 8 anos, o repertório passa por batalhas divertidas, jogos de futebol e skate. É lindo de ver! Meu marido é um paizão”.
Fabiana Estrela, Porto Alegre – RS

2. “Eu sempre dormia com meu pai e, quando ele começou a trabalhar pela madrugada, eu chorava sem parar quando via que ele não estava do meu lado. Em uma noite, me programei para acordar às quatro horas da manhã e não queria deixar ele sair de jeito nenhum. O resultado foi que meu pai me levou para trabalhar com ele, naquele e em todos os outros dias até meus 10 anos. Ele sempre foi o meu maior companheiro. Tive oportunidade de mudar de cidade para crescer profissionalmente, mas nunca tive coragem, porque quero estar perto dele”.
Maria Izenir, Quixeramobim, Ceará – CE

3. “Quando penso no meu pai, me dá um nó na garganta que logo se transforma em lágrimas tamanho é o amor que sinto por ele. As minhas melhores recordações da vida tem o meu pai como personagem. Lembro de estar brincando com ele na praia, jogando bola, aprendendo a andar de bicicleta. Uma pessoa calada, mas que fala com os olhos e toca o meu coração quando precisa. Uma das frases que regem a minha vida veio dele, no dia do meu casamento: ‘Já se formou, agora está casando. O meu dever foi cumprido, agora é com você e ele’. Isso marcou a minha vida e me fez uma pessoa mais corajosa. Se algo der certo, ele comemora comigo. Se der errado, ele vem em meu socorro”.
Maria Crolina Simões, Recife – PE

4. “O meu pai é o meu parque de diversões até hoje. Tudo para ele é festa! Um dos momentos inesquecíveis que passamos juntos foi em um São João. Ele disse que estava pouco animado pra sair e que a grana estava curta, apesar de querer viajar. Quando percebeu que eu também estava desanimada, propôs que fossemos até a minha avó, em outra cidade, mas só com a roupa do corpo. Já era madrugada quando nos perdemos no meio do caminho, o que foi muito engraçado! Por sorte, deu tudo certo: chegamos na porta da casa e ele desceu do carro correndo e gritando: ‘Me achei! Encontrei o caminho!’, acordando todos. Esse é o meu paizão, companheiro para qualquer aventura!
Aline Santos, Salvador – BA

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